sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Poderíamos Viver sem o Novo Edifício da Junta de Freguesia? Poderíamos… e Provavelmente Seria a Opção Acertada.

Nas próximas semanas se o planeado for cumprido, será inaugurado com pompa e circunstância o novo edifício sede da Junta de Freguesia. Uma obra de 600 mil euros adjudicados por concurso público, mais os arranjos exteriores atribuídos por ajuste directo.

O financiamento deste projecto, para além do valor provindo dos cofres da Junta, conta com duas centenas de milhares de euros atribuídos pela Câmara Municipal, e também com a venda do imóvel actualmente utilizado, sendo que esta última verba está em risco de ser concretizada.



Decerto que a modernidade arquitectónica do edifício e dos seus interiores vão encher o ego de todos nós Sambrasenses, mas terminado esse impulso auto-gratificante teremos que fazer o balanço do que este projecto trará de importante para a nossa terra.



Teremos gasto mais de meio milhão de euros em betão…para quê? Com que fim? Terá sido a melhor alternativa?



Retirou-se a sede da junta de freguesia do centro nevrálgico da vila – zona do mercado. Não se antevê que exista um aumento de competências para as Juntas de Freguesia. O equipamento construído não possui nenhuma nova valência face a outros equipamentos existentes no concelho, e os equipamentos hoje existentes não mostram ter a capacidade de utilização esgotada.



É certo que a construção do edifício é uma ambição antiga, e de certeza que os actuais executivos da Junta e da Câmara Municipal farão um conjunto de actividades para dar visibilidade ao novo edifício e propaganda não faltará, mas essas actividades se forem importantes para S. Brás não poderiam ser realizadas noutro local?



Na opinião do Partido Social Democrata a opção a tomar deveria ter sido outra. A remodelação da actual sede, ou ampliação da mesma caso tal se demonstrasse necessário, teria como é óbvio uma necessidade de investimento muito inferior.



Essa opção possibilitaria a existência de acções de cariz social que achamos mais importantes, como seria o apoio a prestar a todas as famílias Sambrasenses na redução significativa do valor pago no prolongamento do horário das actividades pré-escolares, e manter esse apoio por vários anos.



Certamente ao fazer-se um balanço realista, chegar-se-á à conclusão que ficámos com mais betão, e com muito menos capacidade de investimento quer da Junta de Freguesia, quer da Câmara Municipal para executar projectos realmente importantes para a população de S. Brás. Nas próximas semanas se o planeado for cumprido, será inaugurado com pompa e circunstância o novo edifício sede da Junta de Freguesia. Uma obra de 600 mil euros adjudicados por concurso público, mais os arranjos exteriores atribuídos por ajuste directo.O financiamento deste projecto, para além do valor provindo dos cofres da Junta, conta com duas centenas de milhares de euros atribuídos pela Câmara Municipal, e também com a venda do imóvel actualmente utilizado, sendo que esta última verba está em risco de ser concretizada.Decerto que a modernidade arquitectónica do edifício e dos seus interiores vão encher o ego de todos nós Sambrasenses, mas terminado esse impulso auto-gratificante teremos que fazer o balanço do que este projecto trará de importante para a nossa terra.Teremos gasto mais de meio milhão de euros em betão…para quê? Com que fim? Terá sido a melhor alternativa?Retirou-se a sede da junta de freguesia do centro nevrálgico da vila – zona do mercado. Não se antevê que exista um aumento de competências para as Juntas de Freguesia. O equipamento construído não possui nenhuma nova valência face a outros equipamentos existentes no concelho, e os equipamentos hoje existentes não mostram ter a capacidade de utilização esgotada.É certo que a construção do edifício é uma ambição antiga, e de certeza que os actuais executivos da Junta e da Câmara Municipal farão um conjunto de actividades para dar visibilidade ao novo edifício e propaganda não faltará, mas essas actividades se forem importantes para S. Brás não poderiam ser realizadas noutro local?Na opinião do Partido Social Democrata a opção a tomar deveria ter sido outra. A remodelação da actual sede, ou ampliação da mesma caso tal se demonstrasse necessário, teria como é óbvio uma necessidade de investimento muito inferior. Essa opção possibilitaria a existência de acções de cariz social que achamos mais importantes, como seria o apoio a prestar a todas as famílias Sambrasenses na redução significativa do valor pago no prolongamento do horário das actividades pré-escolares, e manter esse apoio por vários anos.Certamente ao fazer-se um balanço realista, chegar-se-á à conclusão que ficámos com mais betão, e com muito menos capacidade de investimento quer da Junta de Freguesia, quer da Câmara Municipal para executar projectos realmente importantes para a população de S. Brás.



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